Técnica Bipolar

A Técnica Bipolar

Resumo

O princípio biomecânico da técnica bipolar baseia-se na fixação de dois pontos resistentes e confiáveis da coluna (distal e proximal). Utilizada para corrigir deformidades graves ou de mau prognóstico por distração, com hastes alongáveis entre estes dois pontos durante o crescimento, percutânea.

Principal Vantagem

Evitar a fusão óssea, permitindo o crescimento axial da coluna vertebral e controlar a redução progressiva da obliquidade pélvica.

Benefícios

Os resultados desta TÉCNICA DE FIXAÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL SEM FUSÃO são realmente excelentes, fornecendo uma correção significativa de deformidades da coluna vertebral e obliquidade pélvica com menor taxa de complicações.

A técnica tem um grande impacto na redução do custo de tratamento para as fontes pagadoras:

  • Expressiva diminuição do tempo cirúrgico;
  • Menor sangramento;
  • Menor risco de infecções;
  • Menor lesão da banda de tensão muscular posterior;
  • Pós-operatório menos doloroso;
  • Diminuição do tempo de anestesia e de internação especialmente de unidades de terapia intensiva.

Essa tecnologia exclusiva foi desenvolvida juntamente com a fábrica por renomados Professores/Doutores e Engenheiros da França.

 

Técnica Bipolar

 

A ESCOLIOSE é realizada de forma percutânea/mini-open e sem necessidade do uso de RX.

Pequenas incisões e descolamentos, proporcionam:

Expressiva diminuição do tempo cirúrgico, menor sangramento, menor risco de infecções, menor lesão da banda de tensão muscular posterior, pós-operatório menos doloroso, diminuição do tempo de anestesia e de internação especialmente em unidades de terapia intensiva e menor exposição a radiação.

Ainda sobre a técnica tradicional com a utilização de um grande número de parafusos pediculares para o tratamento da escoliose, o cirurgião faz uma extensa incisão posterior, violando os músculos e demais estruturas adjacentes da coluna vertebral, e por isso a utilização desses parafusos se faz necessária, substituindo a capacidade de estabilização dessas estruturas que foram lesadas e que não exercem mais tais funções.

Quando se mantêm intacta essas regiões, através das técnicas menos invasivas, o uso do parafuso acaba sendo exclusivo.

Obviamente, existem casos onde a fusão clássica e a instrumentação adequada ainda podem ser a melhor opção para o paciente, dependendo do tipo/ característica da escoliose.